Sou da geração de 68.
Com perplexidade, aos vinte anos, vivi a turbulência do final dos anos 60
e 70. Hoje eu sei que foi um privilégio.
Casei, descasei. Tenho dois filhos. Viajei muito pelo mundo. Devorei livros
e livros, assim como as paisagens. Tenho me alimentado de arte: algumas esculturas em terracota, peças de porcelana pintadas, dancei e toquei piano. Além dos anos de vida, colecionei paisagens na memória, fotos de flores
(que ilustram esta homepage), muitos amores, gente amiga.

Tudo isso faz a minha riqueza.

Tive, também, mestres que me ensinaram coisas importantes da vida, como a ética e o amor ao conhecimento, o inconsciente, os símbolos astrológicos, a metáfora e a imaginação. A fé, eu tenho reaprendido sempre e confirmado a cada nova crise. Muitas linguagens me mostraram as muitas perspectivas possíveis do mundo.
Tenho procurado viver bem, dentro da que cabe melhor à minha compreensão.